Maternidade e Ciência

Esperando

Vários estudos no mundo e no Brasil apontam que a maternidade é um fator que pode determinar a desistência da carreira científica por parte de várias pesquisadoras. O afastamento oficial do trabalho associado a grande demanda  dedicada aos cuidados de uma criança faz com que muitas desistam. Este grupo de trabalho é favorável ao direito de que todas as cientistas possam ser mães, se assim o desejarem. Políticas públicas de compensação e apoio devem ser realizadas para auxiliar estas pesquisadoras e estimular sua continuidade e avanço na carreira.

Temos novidades importantes! A UFF alterou o Regulamento para todos os programas de Pós-graduação Stricto Sensu inserindo políticas de apoio à maternidade. Confira o Regulamento abaixo e a carta de nosso GT com sugestões para implementação destas políticas.

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O Grupo de Trabalho "Mulheres na Ciência da UFF" em colaboração com coletivos de mães, elaborou propostas de apoio à maternidade no âmbito da Universidade. Clique abaixo e faça o download! 

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A iniciativa da Universidade Federal Fluminense de pontuar de maneira diferenciada o currículo de mulheres que se tornaram mães no edital PIBIC é um grande avanço neste sentido. Esta era uma demanda de nosso GT e de grande parte da comunidade científica.

Clique na matéria abaixo para ver a entrevista completa sobre esta questão com uma das coordenadoras do GT, a professora Leticia de Oliveira.

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